Pedaço de Papel

Olhei para ela e me apaixonei.

Ela não olhava para mim, mas me levava aos lugares

mais desconhecidos que existiam dentro de mim.

Foi um momento único.

Em que fez sentido tudo aquilo que acredito.

Me dei conta de que não era real o que tinha visto.

Porém o que senti foi tão verdadeiro que me transformou.

Eis o poder de uma fotografia.

Por Américo Júnior

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Sobre Coletivo Pandilla

Coletivo Fotográfico – Intervenções com imagens.
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2 respostas para Pedaço de Papel

  1. Quando não se perde a conexão com a criança interior, todas as possibilidades do mundo estão a espreita e disponíveis… Somos não só o que comemos, somos também um reflexo da nossa alma, portanto o estar por inteiro e ser ver por completo em uma imagem é navegar pelo não lugar, sempre a procura do prazer da significação e da vivenciação do conhecido íntimo atemporal! Belo pensamento Américo! Me fez viajar também por um terreno criativo que nunca desabitei…

  2. Rosa Cristina disse:

    Lindo Américo! É tão difícil conseguir boas sínteses… Você conseguiu. Que bom. Bjo.

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